Talvez o mês junino consiga espargir cinzas de amores
Que tenham marcado corações pelas estradas da vida;
Podemos tocar em espinhos quando colhemos as flores,
Mas entendemos que amar é sempre uma ação atrevida!
E, é contrariando a lógica, a natureza e muitas opiniões,
Que o amor segue como uma paixão cega em busca do par,
Superando distâncias, tempos e sobrepõe-se às desilusões,
Pois somos partes de uma fogueira que insiste em incendiar!
Os balões ainda vistos no céu, por tantos motivos proibidos;
Representam - talvez - a ousadia bem própria das paixões...
Se somos felizes, só nos achamos quando estamos perdidos,
Na contramão de tudo, sem esperar apoios ou confirmações...
Quem sabe, se lá de cima não somos bem mais compreendidos,
Já que amamos tão plenos, desatando-nos os nós, além das razões!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O que será, que será?
Confesso e creio que não haja ciência nem mesmo filosofia
Que expliquem sentimentos acalentados dentro do coração;
Se o querer ainda pulsa e a sensação ardente nos contagia,
É porque, certamente, encontra-se acesa a chama da paixão!
Acredito que o tempo, com sua magia, não seria sequer capaz
De apagar assim, completamente, ao que chamamos de amor;
Pois, na verdade, ele se projeta em nós, e só assim nos refaz,
Preenchendo-nos as lacunas de tudo aquilo que nos causa dor!
E se não sabemos o que será que será esse tão doce sentimento,
Que mexe conosco, que nos aperta o peito e nos faz confesssar...
Se já não tem remédio, medida... altura, largura ou comprimento;
Sei que também nos sobe às faces e consegue nos fazer corar...
E brotando-nos à flor da pele, eternizando cada raro momento,
Deixa no ar a pergunta que não quer calar: o que será, que será?
Que expliquem sentimentos acalentados dentro do coração;
Se o querer ainda pulsa e a sensação ardente nos contagia,
É porque, certamente, encontra-se acesa a chama da paixão!
Acredito que o tempo, com sua magia, não seria sequer capaz
De apagar assim, completamente, ao que chamamos de amor;
Pois, na verdade, ele se projeta em nós, e só assim nos refaz,
Preenchendo-nos as lacunas de tudo aquilo que nos causa dor!
E se não sabemos o que será que será esse tão doce sentimento,
Que mexe conosco, que nos aperta o peito e nos faz confesssar...
Se já não tem remédio, medida... altura, largura ou comprimento;
Sei que também nos sobe às faces e consegue nos fazer corar...
E brotando-nos à flor da pele, eternizando cada raro momento,
Deixa no ar a pergunta que não quer calar: o que será, que será?
sábado, 29 de maio de 2010
Todo mundo espera alguma coisa...
Se o tempo, por nós, passa assim tão depressa;
Parecendo até que não nos dá a menor atenção,
Esperamos que um dia nada mesmo nos impeça
De atendermos aquecidos os apelos do coração!
Talvez torturados pela pressão que o tempo nos faz,
Caminhemos, ansiosos, em busca de horas a sós...
Sabendo que - em minutos - a eternidade se refaz;
Trazendo-nos o profundo sentimento qu'inda há em nós!
Quanto ao dia, não sei se te agrada ver-nos novamente;
Mas, espero teu sim - sob estrelas ou lua mais plena...
Para que nosso abraço seja nosso mais plenamente...
E diante de teu olhar, também te veja bem mais serena...
A qualquer sinal de abertura, possamos - sem censura, igualmente
Fazermos dos sonhos a realidade que sempre vale a pena!
Parecendo até que não nos dá a menor atenção,
Esperamos que um dia nada mesmo nos impeça
De atendermos aquecidos os apelos do coração!
Talvez torturados pela pressão que o tempo nos faz,
Caminhemos, ansiosos, em busca de horas a sós...
Sabendo que - em minutos - a eternidade se refaz;
Trazendo-nos o profundo sentimento qu'inda há em nós!
Quanto ao dia, não sei se te agrada ver-nos novamente;
Mas, espero teu sim - sob estrelas ou lua mais plena...
Para que nosso abraço seja nosso mais plenamente...
E diante de teu olhar, também te veja bem mais serena...
A qualquer sinal de abertura, possamos - sem censura, igualmente
Fazermos dos sonhos a realidade que sempre vale a pena!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Palavras...
Algumas palavras, juro, meu coração tão-só já não diz;
Não sei se é consequência de tudo que hoje me resta,
Ou - quem sabe - se será essa m'ea forma de ser feliz;
Enquanto o poema do tempo a instância me empresta!
Talvez devesse existir, das palavras, um exímio artesão...
Para que engenhosamente trabalhasse ou até esculpisse
O olhar profundo que viaja no tempo, a pura expressão;
Certo de dizer-te novamente palavras que um dia te disse!
Como esperar mais, se já passou o tempo da esperança?
Querer-te agora parece sonho impossível ou vão devaneio;
Pois nos guardamos silentes, segredando nossa lembrança.
Se me dás uma ideia, busco a palavra ou qualquer outro meio;
Permito-me viajar-te - em imagem e ação - puro como criança,
Quero, assim, saciar-nos a paixão; por isso a ti meu fogo ateio!
Não sei se é consequência de tudo que hoje me resta,
Ou - quem sabe - se será essa m'ea forma de ser feliz;
Enquanto o poema do tempo a instância me empresta!
Talvez devesse existir, das palavras, um exímio artesão...
Para que engenhosamente trabalhasse ou até esculpisse
O olhar profundo que viaja no tempo, a pura expressão;
Certo de dizer-te novamente palavras que um dia te disse!
Como esperar mais, se já passou o tempo da esperança?
Querer-te agora parece sonho impossível ou vão devaneio;
Pois nos guardamos silentes, segredando nossa lembrança.
Se me dás uma ideia, busco a palavra ou qualquer outro meio;
Permito-me viajar-te - em imagem e ação - puro como criança,
Quero, assim, saciar-nos a paixão; por isso a ti meu fogo ateio!
domingo, 23 de maio de 2010
Ao que chamo de amor...
Chegamos - um dia - a um altar que nos fora pleno,
Fizemos dele um ninho de tantas paixões e delícias...
Hoje, diante do tempo que passou, quero um aceno
Para reacendermos a luz de nossas ternas carícias!
Sob o caos que tua ausência, cruelmente, me causou;
Sobrevivo, resistente, ao tempo da cura e neste breu...
Consolo este meu coração que já e sempre te amou,
Esperando ansioso o brilho do olhar que é somente teu!
E na expectativa de que tomemos - juntos - nosso tento,
Será tão bom desatarmos de nós os nós qu'inda têm jeito;
Deixando livre teu veleiro em flor ao seu maior intento...
Soltando suas velas, permitindo-se plena, à mercê do vento.
E enquanto a vida vai passando n'um vazio quase perfeito...
Trago-te em meu peito, chamando de amor meu sentimento!
Fizemos dele um ninho de tantas paixões e delícias...
Hoje, diante do tempo que passou, quero um aceno
Para reacendermos a luz de nossas ternas carícias!
Sob o caos que tua ausência, cruelmente, me causou;
Sobrevivo, resistente, ao tempo da cura e neste breu...
Consolo este meu coração que já e sempre te amou,
Esperando ansioso o brilho do olhar que é somente teu!
E na expectativa de que tomemos - juntos - nosso tento,
Será tão bom desatarmos de nós os nós qu'inda têm jeito;
Deixando livre teu veleiro em flor ao seu maior intento...
Soltando suas velas, permitindo-se plena, à mercê do vento.
E enquanto a vida vai passando n'um vazio quase perfeito...
Trago-te em meu peito, chamando de amor meu sentimento!
sábado, 22 de maio de 2010
Travessias, e [...]
Quero - a cada dia -, poder soltar a minha voz
Nas estradas, ou mais diretamente ao teu coração;
Lembrando-me de tudo, principalmente de nós...
E assim renovar em mim aquela nossa emoção!
Quero que saibas, e já não posso nem quero parar
De dizer-te a distância o que te disse tão perto;
Sabendo que o tempo não conseguiu, de fato, separar
Os corações cujo amor inda é grande, estou certo!?
Refaço-me, e quero fazê-lo na delícia de teus abraços
Em hora oportuna, fortuita ou mesmo em tempo fugaz;
Guardar comigo o teu perfume, e a beleza de teus traços...
Pois sei que tua lembrança - em mim - traz-me a paz;
E diria até que o destino pode reatar-nos os laços...
Ou será que o que se foi p'ra nós não voltará jamais?
Nas estradas, ou mais diretamente ao teu coração;
Lembrando-me de tudo, principalmente de nós...
E assim renovar em mim aquela nossa emoção!
Quero que saibas, e já não posso nem quero parar
De dizer-te a distância o que te disse tão perto;
Sabendo que o tempo não conseguiu, de fato, separar
Os corações cujo amor inda é grande, estou certo!?
Refaço-me, e quero fazê-lo na delícia de teus abraços
Em hora oportuna, fortuita ou mesmo em tempo fugaz;
Guardar comigo o teu perfume, e a beleza de teus traços...
Pois sei que tua lembrança - em mim - traz-me a paz;
E diria até que o destino pode reatar-nos os laços...
Ou será que o que se foi p'ra nós não voltará jamais?
terça-feira, 11 de maio de 2010
Quando a luz dos olhos meus...
Não se trata de palavras que lançamos ao vento;
São expressões que partem do âmago do coração.
Traduzem forte o mais nobre e sincero sentimento,
Deixando silente e expectante até a própria razão!
Se os olhos não se encontram, havendo lembranças,
A mente, então, viaja em busca de alguns sinais...
Acalentando, quem sabe, remotas esperanças
De ter - além do teu olhar - o que ficou para trás!
O que marca na vida a presença de outra vida
Não se pode mensurar na brevidade de um texto;
Talvez haja como demonstrar em uma hora querida...
Creio que quando a luz dos olhos fizer novo contexto,
E chegarmos, enfim, à nossa vontade maior e preferida,
Teremos o corpo - por inteiro - como sublime pretexto!
São expressões que partem do âmago do coração.
Traduzem forte o mais nobre e sincero sentimento,
Deixando silente e expectante até a própria razão!
Se os olhos não se encontram, havendo lembranças,
A mente, então, viaja em busca de alguns sinais...
Acalentando, quem sabe, remotas esperanças
De ter - além do teu olhar - o que ficou para trás!
O que marca na vida a presença de outra vida
Não se pode mensurar na brevidade de um texto;
Talvez haja como demonstrar em uma hora querida...
Creio que quando a luz dos olhos fizer novo contexto,
E chegarmos, enfim, à nossa vontade maior e preferida,
Teremos o corpo - por inteiro - como sublime pretexto!
domingo, 9 de maio de 2010
*Ei, mãe...
Não importa se o filho não é mais menino,
A mãe também há de querer parir seu destino;
Não existe isso de dizer que a mãe já fez a sua parte,
Pois ela terá sempre algo a realizar na vida dos filhos;
[Até mesmo depois de partir]
O mundo não adota quem tem boa mãe;
Na verdade, é bom mantê-la nos planos,
Já que ela jamais quer que um filho seu sofra...
[Embora o sofrimento ensine tanto, também]
Proteção não desprotege
Se a considerarmos como amor.
E o carinho de mãe é para acontecer,
Pois quando a barra "tá pesada",
É o colo de mãe que faz falta
[Alguns filhos só depois é que entendem isso]
Infelizmente.
É bom não querer
A ausência de uma mãe;
[Ela está, de alguma forma, sempre presente]
Tampouco se acostumar com isso,
Nem no início nem no fim de nossas vidas!
*Minha homenagem, hoje, às mães do mundo inteiro.
A mãe também há de querer parir seu destino;
Não existe isso de dizer que a mãe já fez a sua parte,
Pois ela terá sempre algo a realizar na vida dos filhos;
[Até mesmo depois de partir]
O mundo não adota quem tem boa mãe;
Na verdade, é bom mantê-la nos planos,
Já que ela jamais quer que um filho seu sofra...
[Embora o sofrimento ensine tanto, também]
Proteção não desprotege
Se a considerarmos como amor.
E o carinho de mãe é para acontecer,
Pois quando a barra "tá pesada",
É o colo de mãe que faz falta
[Alguns filhos só depois é que entendem isso]
Infelizmente.
É bom não querer
A ausência de uma mãe;
[Ela está, de alguma forma, sempre presente]
Tampouco se acostumar com isso,
Nem no início nem no fim de nossas vidas!
*Minha homenagem, hoje, às mães do mundo inteiro.
sábado, 8 de maio de 2010
Quero te encontrar...
Espero-me em teu porto
Como prova de que em ti quero me encontrar;
Se não me achei,
Ainda estou perdido;
Se te encontrei,
É porque quero me achar.
Mas, não me acho
Enquanto não te encontro...
Sempre me perco
Quando me acho sem ti.
Se te encontrar,
Só me deixes perdido,
Desde que - contigo,
Eu também possa estar!
Como prova de que em ti quero me encontrar;
Se não me achei,
Ainda estou perdido;
Se te encontrei,
É porque quero me achar.
Mas, não me acho
Enquanto não te encontro...
Sempre me perco
Quando me acho sem ti.
Se te encontrar,
Só me deixes perdido,
Desde que - contigo,
Eu também possa estar!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Perigo...
O coração não tem olhos, mas vê;
E, se não conseguisse ver,
Teria a vantagem de sentir.
Coração até sonha;
É capaz de chorar,
Pode sorrir, é verdade!
Alguns chegam a ter asas,
Voam...
Outros dormem,
E, paralisados,
Viajam no tempo;
Reconstroem castelos...
Longe das ameaças,
Já que tudo passa,
É melhor não ver as marolas...
Coração cansa,
Repousa...
Parece esperar,
Tudo pode estar longe dele,
Mas...
E, se não conseguisse ver,
Teria a vantagem de sentir.
Coração até sonha;
É capaz de chorar,
Pode sorrir, é verdade!
Alguns chegam a ter asas,
Voam...
Outros dormem,
E, paralisados,
Viajam no tempo;
Reconstroem castelos...
Longe das ameaças,
Já que tudo passa,
É melhor não ver as marolas...
Coração cansa,
Repousa...
Parece esperar,
Tudo pode estar longe dele,
Mas...
sábado, 1 de maio de 2010
Poeira tomando assento...
A Felicidade é a filha ilustre do Amor;
Não se é feliz sem amar!
Quando hoje abri meus olhos,
Ainda diante de imagens turvas,
Achei-me perdido...
Sozinho, sob a ilusão de tuas curvas:
Puro devaneio,
Sonho - talvez!
Expectativa...
Quiçá?
Retornei aos lençóis...
Cambaleante, em busca do mesmo sonho,
Devaneio,
Ilusão...
Poeira tomando assento...
Volto-me
Encontrando-te.
És a filha do Amor,
Sou feliz!
Não se é feliz sem amar!
Quando hoje abri meus olhos,
Ainda diante de imagens turvas,
Achei-me perdido...
Sozinho, sob a ilusão de tuas curvas:
Puro devaneio,
Sonho - talvez!
Expectativa...
Quiçá?
Retornei aos lençóis...
Cambaleante, em busca do mesmo sonho,
Devaneio,
Ilusão...
Poeira tomando assento...
Volto-me
Encontrando-te.
És a filha do Amor,
Sou feliz!
A vida é tão rara...
Nada é igual!
O conceito de paridade é controverso:
As coisas até se parecem, às vezes,
Mas são diversas no Universo.
Ninguém é igual!
A concepção da existência humana é plural:
As pessoas até expõem semelhanças,
Mas são desiguais, é natural.
A vida é tão rara!
Sendo ímpar, não tem repetição:
O momento, a realidade, tudo é único;
Nada é igual...
Ninguém é igual...
A vida é tão rara!
O conceito de paridade é controverso:
As coisas até se parecem, às vezes,
Mas são diversas no Universo.
Ninguém é igual!
A concepção da existência humana é plural:
As pessoas até expõem semelhanças,
Mas são desiguais, é natural.
A vida é tão rara!
Sendo ímpar, não tem repetição:
O momento, a realidade, tudo é único;
Nada é igual...
Ninguém é igual...
A vida é tão rara!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Por tanto amor, por tanta emoção...
Se a vida me fez assim
E me torno eterno caçador de mim,
Caço-me e não me devoro;
Por minha própria vida imploro,
Pra que minha busca não tenha fim.
Saio obstinado motivado por teu cio,
Preencho-me, aqueço-te; vai-se o frio...
Não me perco; acho-me em ti,
Por tanto amor, quero-te comigo aqui;
Por tanta emoção, não me sinto vazio!
E me torno eterno caçador de mim,
Caço-me e não me devoro;
Por minha própria vida imploro,
Pra que minha busca não tenha fim.
Saio obstinado motivado por teu cio,
Preencho-me, aqueço-te; vai-se o frio...
Não me perco; acho-me em ti,
Por tanto amor, quero-te comigo aqui;
Por tanta emoção, não me sinto vazio!
domingo, 18 de abril de 2010
Palavras, palavras...
Se escrevo, a palavra nem sempre te chega bem;
Quando canto, a melodia - às vezes - te agrada.
Não sei se me desfaço e me recomponho também,
Ou se te amo mais pra que me sejas mais amada!
Quero dizer-te - assim - tudo o que agora sinto,
Parece que alguma distância nos une bem mais;
Se não estou tão perto, garanto que te pressinto
E o sentimento forte vem cobrir-me de sinais!
As palavras que me chegam suavemente à mente
Dizem-me da alegria de ter-te no coração,
Se não fora a incerteza das nossas vidas, realmente,
Não teríamos já vivido, e bem vivido, tanta emoção:
Somos espelhos num aquário em que as ações livremente
Ecoam palavras que só nos dizem "sim"; nunca "não"!
Quando canto, a melodia - às vezes - te agrada.
Não sei se me desfaço e me recomponho também,
Ou se te amo mais pra que me sejas mais amada!
Quero dizer-te - assim - tudo o que agora sinto,
Parece que alguma distância nos une bem mais;
Se não estou tão perto, garanto que te pressinto
E o sentimento forte vem cobrir-me de sinais!
As palavras que me chegam suavemente à mente
Dizem-me da alegria de ter-te no coração,
Se não fora a incerteza das nossas vidas, realmente,
Não teríamos já vivido, e bem vivido, tanta emoção:
Somos espelhos num aquário em que as ações livremente
Ecoam palavras que só nos dizem "sim"; nunca "não"!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Eu não consigo entender tua lógica...
Poeta:
Um lavrador
Que alegremente
Canta
Ou encanta
E provoca emoção.
Poesia:
Nem sempre alegria;
Nem sempre canção.
Palavra:
Uma lavra
Que atinge o coração.
És fora de ótica;
Exótica
No viver;
E...
Tua lógica
Não consigo entender.
Um lavrador
Que alegremente
Canta
Ou encanta
E provoca emoção.
Poesia:
Nem sempre alegria;
Nem sempre canção.
Palavra:
Uma lavra
Que atinge o coração.
És fora de ótica;
Exótica
No viver;
E...
Tua lógica
Não consigo entender.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Como ninguém jamais te amou...
Se, ao Olimpo, os semideuses chegar sonham, apenas;
Aos Ulisses, cabe-lhes tão-somente a dura odisseia...
E se as mil e uma noites forem a rotina de tuas cenas,
Volvo-me a ti, esperando-te para contar-te a reestreia.
Sísifo serei a rolar a enorme pedra pela montanha acima;
Tal qual Fênix ressurgirei das cinzas para ser novamente.
Não olvidarei os apelos de quem, a distância, me anima;
Nem me entregarei ao Narcisismo; serei teu, plenamente.
Se Éolo eu fosse, demoveria as barreiras que nos separam;
O hiato, que ora nos divide, um encontro não deixa de ser.
E quando as Helenas, por minhas batalhas, se desamparam,
Volto-me p'ra ti, em busca de mim; tentando assim reviver;
Pois nossos corações, de tão perdidos, até já se acharam,
E a plenitude do amor, em nós, transbordante, como conter?
Aos Ulisses, cabe-lhes tão-somente a dura odisseia...
E se as mil e uma noites forem a rotina de tuas cenas,
Volvo-me a ti, esperando-te para contar-te a reestreia.
Sísifo serei a rolar a enorme pedra pela montanha acima;
Tal qual Fênix ressurgirei das cinzas para ser novamente.
Não olvidarei os apelos de quem, a distância, me anima;
Nem me entregarei ao Narcisismo; serei teu, plenamente.
Se Éolo eu fosse, demoveria as barreiras que nos separam;
O hiato, que ora nos divide, um encontro não deixa de ser.
E quando as Helenas, por minhas batalhas, se desamparam,
Volto-me p'ra ti, em busca de mim; tentando assim reviver;
Pois nossos corações, de tão perdidos, até já se acharam,
E a plenitude do amor, em nós, transbordante, como conter?
domingo, 11 de abril de 2010
De um jeito que te faça rir...
Nem sempre os dias nos reservam as mesmas expectativas;
Somos surpreendidos pela proeza do que é imprevisível.
Queremos que tudo sempre atenda as nossas perspectivas,
E esquecemos que hoje, em cada momento, tudo é possível!
Hoje eu queria te abraçar, sentir teu cheiro misturando-se ao meu;
Quem sabe até te levar pra casa e poder, contigo, dormir em paz.
Se isso me for permitido, meu café-da-manhã também será teu...
E descobriremos sob o sol que o amor intenso sempre nos apraz!
Se não podes estar aqui, espera que aceito teu convite, já posso ir.
Quando me dizes: então vem, quero eternizar cada momento;
Não consigo e nem quero, de alguma forma ao longe só te ver partir
Distante de mim, como uma lembrança de um grande sentimento;
Hoje, quero mesmo te abraçar, assim de um jeito que te faça rir
De termos ficado tão distantes, e só agora realizando nosso intento!
Somos surpreendidos pela proeza do que é imprevisível.
Queremos que tudo sempre atenda as nossas perspectivas,
E esquecemos que hoje, em cada momento, tudo é possível!
Hoje eu queria te abraçar, sentir teu cheiro misturando-se ao meu;
Quem sabe até te levar pra casa e poder, contigo, dormir em paz.
Se isso me for permitido, meu café-da-manhã também será teu...
E descobriremos sob o sol que o amor intenso sempre nos apraz!
Se não podes estar aqui, espera que aceito teu convite, já posso ir.
Quando me dizes: então vem, quero eternizar cada momento;
Não consigo e nem quero, de alguma forma ao longe só te ver partir
Distante de mim, como uma lembrança de um grande sentimento;
Hoje, quero mesmo te abraçar, assim de um jeito que te faça rir
De termos ficado tão distantes, e só agora realizando nosso intento!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Temos todo tempo do mundo...
Pode ser que não seja hoje,
Talvez o tempo nos reserve mais expectativas;
É assim com as coisas do coração.
Caminhar pela praia,
Cantarolar canções afins,
Apreciar o horizonte,
Fazer planos...
Sonhar.
É deixando-se tocar pelas lembranças
Que se eternizam os sentimentos:
Guardando sorrisos,
Registrando alegrias,
Mantendo vivos os melhores momentos,
Acreditando que passado, presente e futuro
Podem estar num mesmo plano,
Se entendermos
Que temos todo tempo do mundo!
Talvez o tempo nos reserve mais expectativas;
É assim com as coisas do coração.
Caminhar pela praia,
Cantarolar canções afins,
Apreciar o horizonte,
Fazer planos...
Sonhar.
É deixando-se tocar pelas lembranças
Que se eternizam os sentimentos:
Guardando sorrisos,
Registrando alegrias,
Mantendo vivos os melhores momentos,
Acreditando que passado, presente e futuro
Podem estar num mesmo plano,
Se entendermos
Que temos todo tempo do mundo!
sábado, 3 de abril de 2010
Me aproximo mais...
Não me lembro de ter fugido
De ti;
Mas, por mais que o fizesse,
Mais próximos estaríamos,
Pois ninguém se perde
Quando foge para dentro
De si.
De ti;
Mas, por mais que o fizesse,
Mais próximos estaríamos,
Pois ninguém se perde
Quando foge para dentro
De si.
Quero ir...
Eu quero ir, minha gente,
Eu não sou daqui...
De fato, sinto-me estranhamente só
Quando estou sozinho,
Sem você.
Parece que seu carinho,
Intensamente,
que me chega aqui...
Invade-me sem dó;
E em nosso ninho,
Encontrando-me
Em você,
Volto a ser
E só!
Eu não sou daqui...
De fato, sinto-me estranhamente só
Quando estou sozinho,
Sem você.
Parece que seu carinho,
Intensamente,
que me chega aqui...
Invade-me sem dó;
E em nosso ninho,
Encontrando-me
Em você,
Volto a ser
E só!
Assinar:
Postagens (Atom)
